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A Reconstrução
 
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De 2006 a 2018, doamos 635.539 mudas de Palmeira de Pupunha (Bactris gasipaes) e de Castanheira-do-Brasil (Bertholletia excelsa), que empresta o nome ao Instituto.

As duas espécies possuem as características indispensáveis para a base do programa da Reconstrução: são árvores nativas da região, seus produtos fazem parte dos costumes locais de consumo, perfeitamente adequadas para o cultivo orgânico, recuperam áreas degradadas e geram produtos de alto valor agregado em mercados reconhecidos. Com isso, valoriza-se a “floresta em pé” e geram-se oportunidades de renda e trabalho.

As árvores são plantadas pelos pequenos agricultores das comunidades da Floresta Amazônica, em suas propriedades, e pertencem a eles, assim como todos os produtos e sub-produtos oriundos de seu cultivo. Atualmente, estão envolvidas 183 Comunidades e mais de 1.453 famílias das regiões de Rio Preto da Eva, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Anamã no Estado do Amazonas.

Dessa forma, está sendo formada uma “Região de Denominação de Origem Controlada da Castanha-do-Brasil”, única no mundo, através do cultivo e das castanheiras enxertadas com tecnologia inédita.

A Reconstrução propicia, simultaneamente, a Reconstrução da Vida da Floresta e da Vida das Pessoas, atingindo uma trílplice base de apoio que consiste num mecanismo ecologicamente correto, socialmente compatível e economicamente viável.

Vide "Relatório de Atividades do Instituto Excelsa 2018"

Vide "Quadro das Doações de Mudas 2006-2018"

Vide “Distribuição Geográfica das Comunidades”


 

 

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Créditos: Alice Vergueiro

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